Uma cor, uma memória
Em Ouidah, o índigo conta a história de uma tradição têxtil cuja memória a cidade guarda. As suas ruas e os seus mercados conservam vestígios dessa tradição, e os seus artesãos mantêm-na viva até aos dias de hoje. Esta cor oferece uma outra forma de descobrir Ouidah, através dos seus locais, dos seus gestos e daqueles que os transmitem.

O percurso conduz-vos de um local para outro, antes de passar da história à prática. Na oficina, as mãos azuladas dos artesãos mostram-vos o que as palavras não dizem.
Os momentos a não perder
- Os locais do índigo: o percurso leva-o a antigos locais de produção, comércio e circulação de têxteis. Cada um deles ilustra, à sua maneira, uma página da história do azul em Ouidah.
- O encontro com os artesãos: observe as suas técnicas tradicionais e pergunte-lhes sobre os gestos e as etapas que conferem ao índigo as suas nuances, desde o azul claro ao azul-escuro.
- O workshop ou a demonstração: consoante a opção escolhida, assista a uma demonstração ou ponha as mãos à obra durante um workshop. Uma experiência sensorial, em que se aprende tanto com as mãos como com os olhos.

Da história ao gesto
Seguir o rasto do índigo é ligar o passado de Ouidah ao seu presente. Dos locais de outrora às mãos dos artesãos, o percurso combina história e saber-fazer. Partirão com um pouco desse azul no olhar. Para o workshop, tragam roupa que não se estrague facilmente.